Enquete “Desafios da carreira docente”

Os resultados apresentados contemplam as respostas coletadas até o dia 11 de março (dados quantitativos) e 31 de março (dados qualitativos). Entre 11 e 31 de março houve apenas mais 27 respondentes, cujas comentários livres foram incluídos na análise.

Perfil participantes

Outros: carreiras especiais (n=3) e aposentados (n=5)

Impacto de diferentes aspectos sobre a atratividade e desenvolvimento da carreira docente.


Resultados consolidados de todos os participantes (n=367)

Aspectos gerais 

Geral todos os docentes

Aspectos específicos

Específicos todos os docentes


Resultados por categoria
MS-2/3

Aspectos gerais

Geral MS3

Aspectos específicos

Específico MS3


MS-5

Aspectos gerais

Geral MS5

Aspectos específicos

Específico MS5


MS-6

Aspectos gerais

Geral MS6

Aspectos específicos

Específico MS6


Contribuições apresentadas nos campos livres

Abaixo, a reprodução original de todas as contribuições em seu formato literal, que nos pareceu uma forma mais rica e informativa para a comunidade do que a tentativa de categorização das mesmas. Embora todas as contribuições tenham sido apreciadas e discutidas por nossa Representação Docente (conforme destacado nos objetivos da enquete), no que diz respeito a esta divulgação para a comunidade optamos por priorizar o caráter mais essencial das contribuições, omitindo trechos que pudessem permitir a identificação de unidades ou departamentos específicos, ou suscitar discussões polêmicas de caráter pessoal, o que foge do objetivo de nossa proposta. Os trechos omitidos são muito pontuais, e indicados com o símbolo “—-“.

ASPECTOS GERAIS (n=32)

·      Saida de docentes novos para trabalhar na industria.

·      Onda de anti-intelectualismo, minando percepção de importância da academia
·      Fornecer 4 ou mais vezes as mesmas informações para lugares diferentes (RAD, LATTES, SIPEX, etc)
·      estagnação da carreira sem possibilidade de passagem para outros níveis
·      Instituir mecanismos para a inclusão de grupos vulneráveis/frágeis/socialmente ou historicamente prejudicados na universidade é válido, mas sem uma melhoria significativa da educação básica (ensinos fundamental e médio) não vai nos levar a lugar nenhum. Estamos dando aulas para turmas de alunos progressivamente piores e considero isto mais um dos desestímulos à nossa carreira.
·      RDIDP carece discussão e flexibilização
·      Nova Reforma da Previdência, Desvalorização do magistério junto à sociedade, não reconhecimento da importância da pesquisa científica pelo governo e sociedade
·      Número de alunos de pós-graduação diminuiu muito.
·      Medidas unilaterais tomadas por cada universidade, que enfraquecem o CRUESP, tais como a desvinculação do MS5.1 e livre docência na Unicamp; não concessão de reajuste na USP.
·      Estou na carreira docente a 5 anos e percebo uma maior dificuldade de financiamento de pesquisa por órgãos públicos do que advindos de empresas. Há dificuldade é principalmente relacionada a questões burocráticas e não científicas para aprovação de propostas de pesquisa.
·      Dificuldades na divulgação do Trabalho acadêmico em mídias alternativas, confiáveis e mais acessíveis, pois permanecemos reféns das publicações indexadas (e bem classificadas pelo Qualis-Capes), que muitas vezes são desconhecidas do público.
·      Desde 2013 acabou-se o privilégio da aposentadoria integral e com paridade. Isto, no meu ponto de vista, é um avanço no sentido de combate a privilégios. No entanto, isto trará uma grande dificuldade à universidade, já que não há mais esta “carta na manga” para segurar um docente/funcionário que tenha uma oferta de salário maior fora da academia ou mesmo por outra universidade. Portanto, a universidade precisa, obrigatoriamente, começar a agir como todas as grandes empreses privadas em um exercício de retenção de talentos. Isto implicará na oferta de outros benefícios, que precisam urgentemente começar a ser discutidos.
·      Forma de estruturação da Universidade precisa ser revista.
·      Baixo número de contratação docente para suprir vagas de professores aposentados, quando o quadro permanente de docentes já muito aquém do razoável. Em geral docentes ministram aulas na Graduação e Pós Graduação (no mesmo semestre), orientam na Pós Graduação, possuem grupos de pesquisa que contemplam a Extensão e estão (em sua maioria) em cargos! Uma realidade desigual em comparação com outros Departamentos e Institutos da Unicamp, mostrando inclusive que não há uma relação saudável entre os direitos e deveres na Unicamp.
·      Excesso de atribuições administrativas e, recentemente, a redução das gratificações no encargo dessas atribuições
·      a nao promoção de funcionários é algo muito desmotivador.
·      Completa ausência de meritocracia, especialmente —
·      IMPACTO MUITO GRANDE DA INSEGURANÇA JURÍDICA SOBRE NOVA REFORMA DA PREVIDÊNCIA; IMPACTO MUITO GRANDE DO CONTINGENCIAMENTO DE RECURSOS SOBRE NOVAS CONTRATAÇÕES E PROMOÇÃO DE CARREIRA; IMPACTO MUITO GRANDE PELA NÃO ABERTURA DE CONCURSO PARA PROFESSOR TITULAR
·      Políticas de perseguição ideológica do Governo do Estado e do Governo Federal Imagem do Brasil, especificamente, do pesquisado no exterior frente ao processos não democráticos ocorridos desde 2016 Nível escolar (técnico, político-cidadão) dos alunos oriundo de um ensino médio pragmático e não construtivo
·      A atual condição da Universidade, em decorrência do elevado atendimento de demandas de funcionários e alunos com foco partidário, não contribuem em nada para qualificação da Universidade e ainda tem permitido a continua desvalorização do docente. Tem faltado aos nossos gestores uma interlocução efetiva com o governo do Estado para demonstrar a importância das universidades no cenário Estadual. Essa ação, assim como a maioria dentro da estrutura da Unicamp, não poderá ser empreendida com viés político partidário. A Unicamp deverá dimensionar mais adequadamente as questões sociais para que as mesmas não afetem a qualidade institucional como vem se configurando pelo abandono do valor do mérito relacionados ao corpo docente e discente.
·      progressão na carreira
·      Falta de apoio para prestação de contas
·      O tramite de projetos externos foi alterado pela administração atual. ———————
·      A preocupação do CONSU com a carreira docente não é verdade (se vocês da “Valorização Acadêmica” não concordarem com isso, fiquem a vontade para justificar). A desvinculação do aumento de salário com o título de livre-docente é uma prova disso. Lembrando que isso só foi aprovado porque temos um monte de titulares que se aposentarão com salário integral votando, ou seja, preocupação zero com docentes em início de carreira. Nenhuma surpresa conhecendo o comportamento “padrão” da maioria.
·      Baixa competitividade de salários e recursos com o setor privado o que leva a baixa atratividade de talentos Limitação de rendimentos externos /à Universidade Limitação para contratos de prestação de serviço com entes públicos – hospitais com fialantropia como Siio Libanez e Albert Einstein conseguem altos valores de verba governamental para fazer o que a Universidade tem de excelência, mas não consegue captar esses recursos pelo custo e limitações burocráticas
·      Redução de 30% nas gratificações versus trabalho cada vez mais descentralizado com a aposentadoria de docentes experientes e/ou funcionários.
·      Subfinanciamento da área da saúde no orçamento UNICAMP
·      Quem se dedica exclusivamente à docência, trabalha na Unicamp mais de 30 anos e atingiu o nível mais elevado da carreira é extremamente prejudicado e desestimulado porque acaba tendo redução do salário e aumento das atividades e das exigências de produtividade, principalmente se tem um cargo administrativo.

·      Mudança de carga horária de funcionários assistenciais (e.g. enfermagem, téc, laboratório, fisioterapeutas, etc., exceto médicos) do HC para 30 horas/semana

·      Repasse de imposto do Governo Estadual (solicitação de aumento percentual)

·      O problema maior é a combinação de um teto salarial com a não garantia de aposentadoria integral. A aposentadoria integral não seria relevante caso o teto não existisse e o salário fosse competitivo.

·      Reposição de docentes e funcionários (necessária).

ASPECTOS ESPECÍFICOS (n=52)

·      Acesso limitado às vagas da creche na universidade. Docentes com dedicação exclusiva deveriam ter prioridade no preenchimento de vagas. São servidoras da universidade e tem direito constitucional a creche.

·      Excesso de verticalizacao e compartimentalizacao na pesquisa.
·      Falta de apoio para desenvolvimento de carreira docente institucionalmente (alguma forma de coaching de carreira)
·      Incomoda-me como o Conselho, formado essencialmente por docentes seniores, toma decisões que afetam significativamente jovens docentes e têm impactos mais tênues para aqueles que estão na casa há mais tempo.
·      As promoções na Unicamp (—–) ocorrem basicamente por tempo de casa, e não por mérito verdadeiro. Além disto, não conseguimos sair da métrica puramente quantitativa (número de papers, número de orientados, etc). Ou seja, não há estímulo para melhorarmos o impacto, a qualidade e a relevância de nossas linhas de pesquisa. Estamos assim fadados à mediocridade.
·      A burocracia para preencher relatórios interno da UNICAMP continua muito grande.
·      Gostaria de citar que o sistema de cotas de promoção é perverso, ainda mais no contexto —– que existem muitos professores MS3. Esse sistema gera brigas entre colegas, falta de coleguismo e desanima jovens docentes. A unicamp deve criar critérios claros de promocao e ser capaz de atender todos que os atingem, sem ranqueamento entre os pares.
·      Influência do número de doutorados orientados na avaliação dos docentes. Hoje muitos docentes tem de orientar muitos doutorados para se promover na carreira o que implica numa chuva de doutores medíocres, principalmente de pessoas vinculadas a empresas que fazem convênios de pesquisa com a universidade.
·      As facilities não funcionam, pois são feudos de poucos, com acesso muito restrito e liberdade para utilização. Junte-se a isso, todas as dificuldades impostas pela FAPESP, que vem priorizando poucos grupos de pesquisa com a justificativa de excelência (CEPIDs), mas que não fazem nada diferente do que faziam antes e em nada melhoraram os outputs de pesquisa do estado de SP.
·      A ausência de técnicos de laboratório tem sobrecarregado nossa atividade de ensino e pesquisa. Uma parte significativa do meu tempo é empregada em atividades técnicas porque não existe pessoal destinado a estas atividades
·      As atividades administrativas desde comissões até pequenos procedimentos do dia a dia são sufocantes e não parece haver muita preocupação em geral com o tempo do docente realmente dedicado ao estudo técnico e científico.
·      Achei que algumas questões estão propostas de maneira que dificultam o entendimento, e confesso que tive dificuldade em entender a lógica. Fora isso, creio que algo a ser levado em conta é o perfil de parte dos docentes recentemente contratados na Unicamp.
·      Excessiva politização nas relações entre docentes. O culto ao “Poder” nos Departamentos, nas Unidades e na própria Universidade supera o culto ao “Mérito” e à “Ética”, distorcendo as relações entre os Colegas na carreira docente.
·      A universidade nao enxerga a biodiversidade (universidade!) que congrega, quer avaliar tudo pelo mesmo crivo! Se matematica nao precisa de excursao, biologia e geologia precisam, e acompanhamento de mais professores ao mesmo tempo (que hoje precisam dividir a carga horaria! O que desestimula a participacao na disciplina, pois gasta-se 100% do tempo e reconhece-se 15% da carga. Saude: atividades de campo exigem equipamentos de segurança diferentes de quem trabalha em laboratorio! Dureza!
·      A gestão da universidade ainda é muito atravancada. O uso da informática é muito limitado. Há vários sistemas quase paralelos (SIPEX, SIGA, RAD, etc…) não amigáveis. A burocracia é imensa. Ainda não descobri para que servem as certificações e os planejamentos estratégicos (PLANES). Docentes e funcionários gastam um tempo gigantesco se reunindo e preenchendo formulários com palavras bonitas para satisfazer burocratas e que não serão implementados. As coisas boas de verdade são simples, transparentes e objetivas. Professores em início de carreira não deveriam ser usados como burros de carga. A carga didática inicial deveria se limitar a uma disciplina por semestre e a administrativa a uma comissão. Mas a avaliação dos docentes durante o período probatório deveria ser séria. Por exemplo, a comissão de avaliação deveria assistir algumas aulas reais desses docentes. E por fim, a carreira docente ainda é muito centrada no desempenho quantitativo, especialmente em pesquisa.
·      Ocupação racional de espaço físico para a criação de novos laboratórios. O espaço físico é escasso e professores antigos se comportam como senhores feudais, angariando área com o passar do tempo. Ao chegar, novos docentes têm enorme dificuldade de conseguir espaço físico, já que este já está todo loteado entre os mais velhos e não há uma política de uso racional, garantindo acesso dos novos docentes a áreas. Melhor seria se o uso de áreas estivesse associado à quantidade de pesquisa sendo realmente conduzida pelo docente.
·      Mudanca de regime para RTC ou saida de jovens docentes
·      falta de infra-estrutura (espaço, funcionários de apoio, gestão de projetos, orientação/tutoria científica e de carreira, etc.)
·      1. Definição clara das atividades e obrigações de um docente e repensar na valorização destas. 2.
·      Custo profissional e pessoal enorme visto a condições de estrutura do ——: salas de aula não comportam número de alunos, com pouca ventilação e infra- estrutura inadequadas. NÃO há salas para docentes!
·      Sobrecarga dos coordenadores de pos-graduacao
·      Acesso à espaço físico e funcionários para montar laboratórios para jovens docentes
·      deveria haver uma criterio mais duro sobre o relatório trienal. As perguntas deveriam serem mais detalhadas, em muitas delas eu fiquei confuso sobre o que se estava querendo perguntar, pois existia um ampla possibilidade de possibilidades entres impacto muito grande. e pouco relevante.
·      A qualidade da publicação e atração de recursos não é usada como um dos, senão o principal fator para promoções/progressão de carreira. Vejo muito jovens pesquisadores com CVs muito melhores que vários Prof. Titulares, mas que encontram-se estanhados por critérios institucionais.
·      IMPACTO MUITO GRANDE DIFICULDADE DE AFASTAMENTO PARA PÓS-DOUTORADO E ATUALIZAÇÃO POR CAUSA DA REDUÇÃO DOS QUADROS DOCENTES NOS DEPARTAMENTOS E O CONSEQUENTE AUMENTO NA CARGA DIDÁTICA POR DOCENTE
·      Estimular a permanência de docentes que atingiram condições de aposentadoria mas que ainda mantém interesse em contribuir com ações mais concentradas ou em pesquisa ou no ensino de graduação
·      Assédio O político acima do mérito Machismo e misoginia
·      Na minha opinião, o que não atrai o profissional para a Unicamp não atrai para a carreira universitária, portanto, são fatores de governança externa. A Unicamp é atraente para o (futuro) professor universitário, precisamos ter as vagas e abrir os concursos para perceber isso. Um único detalhe que diminui a nossa capacidade de captar cérebros para nosso corpo docente é o custo de vida na cidade de Campinas, ainda mais se o jovem contratado decidir viver em Barão Geraldo. Quanto ao desenvolvimento pleno da Universidade, a governança interna tem falhado fragorosamente ao não tamponar as disputas internas: ——– Algumas Pró-Reitorias não tendo um grande orçamento, não ousaram sair e conseguir mais recursos fora do sistema de financiamento tradicional….
·      Considero que a avaliação docente é importante, porém nas últimas gestões não tem se observado um apoio e valorização compatíveis com as exigências da carreira, seja salarial ou de logística.
·      Falta de funcionários em atividades de apoio relevantes, como submissão a projetos e prestação de contas. Sistemas de informação redundantes e não totalmente integrados, como SIPEX, Lattes e RAD, exigindo dos docentes muito tempo em preenchimento de informações.
·      Sou a favor que as tarefas administrativas sejam feitas por profissionais. Os docentes que se prontificam a assumir essas tarefas são os menos produtivos em termos científicos e, as vezes, pouco qualificados.
·      Muito preocupantes as mudanças envolvendo desvinculação do título de livre docente da progressão na carreira para o nível MS-5. Os concursos já eram uma barreira alta, agora serão duas barreiras, dificultando e afunilando ainda mais o processo…
·      Respeitando as características de cada área, deveria haver alguma uniformização nos critérios de avaliação das atividades docentes entre as unidades. Além disso, a carreira precisa ser flexibilizada no sentido de que deve haver a opção por querer dar mais ou menos aula, fazer mais ou menos extensão ou pesquisa, existindo critérios claros para a verificação das atividades. Um grave problema não discutido é a incapacidade e a morosidade e burocracia que a Unicamp tem em julgar/aprovar projetos externos com empresas com mediação da Funcamp. Este financiamento é bem vindo e deve ser tratado com maior celeridade. Uma empresa não pode esperar mais de 6 meses (o que é comum) para ter um projeto aprovado. Isto vale para qualquer valor, até para projetos de alguns poucos mil reais. Afinal de contas a Unicamp cobra várias taxas e na atual circunstância econômica, qualquer recurso é bem vindo.
·      O maior problema é o teto salarial que está destruindo a hierarquia dos níveis e tornando a carreira docente desmotivadora e pouco atrativa em relação ao mercado. Já estamos vendo evasão de titulares para outros mercados nacionais e internacionais.
·      Falta de incentivos à docentes com alto desempenho/dedicação em qualquer uma das atividades fim.
·      Simplificação da burocracia e valorização do mérito, em especial nos critérios de promoção nacarreira.
·      Interessante vocês mencionarem as “facilities”. Infelizmente não existem facilities que realmente funcionem na UNICAMP simplesmente devido a mentalidade retrograda de vários docentes, que preferem que os “seus”equipamentos permaneçam nos laboratórios. Uma situação muito comum é muitos docentes classificarem algum equipamento de grande porte como “multi-usuário”mas este equipamento continua em seu espaço de laboratório. Isso não funciona. Talvez uma rápida visita a uma facility de uma Universidade referência poderia mudar a mentalidade dos “gestores”.
·      Ausência de plano de retenção de jovens talentos Custo burocrático da universidade (taxas e overhead) – alto impacto na captação de recursos para pequisa e extensão
·      definição de critérios para avaliação da qualidade das atividades de ensino de graduação (para pesquisa tem no. de publicações, valor dos projetos, etc).
·      Redução de 30% nas gratificações versus trabalho cada vez mais descentralizado com a aposentadoria de docentes experientes e/ou funcionários.
·      Alguns itens, ou todos, deviam ter a opção “sem opinião”. Sou contra as gratificações serem incorporadas ao salário, isso criou grandes panelas toma-lá da-cá.
·      Unidades Novas da Unicamp são as mais prejudicadas em quase todos os aspectos acima questionados.
·      Uso pela reitoria de CPP, com membros coaptados, para perseguir adversários.
·      Critérios para admissão de filhos de funcionários na Dedic. Na última seleção apenas 3% das vagas foram ocupadas por filhos de funcionários docentes.
·      é necessário racionalizar os sistemas de informação migrando para o LATTES
·      Valorização de outros magistérios e especificidades da carreira
·      Imagem/Valorização do docente Universitário perante a sociedade/alunos

·      Falta de — e critérios de promoção de funcionários, que não são obedecidos nas unidades.

·      O problema maior é que o docente que se dedica as atividades de pesquisa, formação de alunos de pós, e a boa qualidade dos cursos de pós, acaba pagando um preço pessoal muito grande em vista das demais atividades. São várias profissões em uma só e o dia só tem 24horas.

·      Acolhimento e integração de novos docentes nas unidades; Fóruns de discussão de temas atuais/de interesse nas unidades; Maior envolvimento e interesse de todos (docentes de todos os níveis) nas atividades administrativas; Aulas no período noturno (sobrecarga).

·      Maior facilidade de mensuração de quantidade de trabalho em atividades de publicação em revistas de alto impacto do que para as atividades de Ensino e Extensão (uma revista de alto impacto é um aval de bom trabalho, horas gastas em sala de aula com os alunos são difíceis de mensurar). Dificuldade de mensuração de empenho em diferentes atividades de extensão. Dificuldade de publicação em revistas de alto impacto: tempo necessário, condições de pesquisa, pouco preparo dos alunos (mesmo os da pós), regras (como a nova regra da FAPESP de publicação aberta).

Um comentário sobre “Enquete “Desafios da carreira docente”

  1. Este questionário representa muito bem a demanda dos nossos jovens docentes e a expectativa que nossos colegas tem como docentes de uma importante Universidade Brasileira e sua responsabilidade na formação dos futuros profissionais em todas as áreas do conhecimento.

    Curtir

Os comentários estão desativados.